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Homem que matou namorada em Campo Novo do Parecis é vítima de chacina em Colniza

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Ademilson Magalhães Figueiredo, 24, procurado pela Polícia, apontado com o autor do homicídio que vitimou sua namorada, Ariane Cael da Silva, 19, no dia 4 de novembro de 2019, em Campo Novo do Parecis (396 km a Noroeste de Cuiabá) foi a quarta vítima da chacina ocorrida na última sexta-feira (3), em Colniza (1.065 km ao Noroeste).

 

No dia do crime, Ademilson estava na casa em que Matheus Lucas Nascimento Lago, 20, e Ronei Vitoriano da Silva, 25, foram mortos com vários tiros. A Policia Militar encontrou Ademilson dentro do banheiro, ferido com tiros e com um corte profundo no pescoço. Ele foi levado ao Hospital mas não resistiu aos ferimentos.

 

A morte de Ademilson foi decretada dois meses após a morte da jovem, que também já responde por homicídio. Quando tinha 17 anos, foi acusada de matar a filha de 4 meses por maus tratos. 

 

Conforme as informações, no dia do crime contra Ariane, ela e o suspeito tiveram uma discussão na área da casa, momento em que ele pegou uma arma e disparou 3 tiros contra a vítima e em seguida, fugiu a pé. 

 

Em diligências, polícia encontrou resquícios de cocaína dentro da casa do casal e depois disso, o suspeito não foi mais encontrado. Acontece que, dois meses após o crime, ele foi baleado e degolado por criminosos em Colniza, durante uma chacina na sexta-feira (3).

 

Socorrido pelos policiais que atenderam a ocorrência foi encaminhado em estado de choque e com ferimentos graves para uma unidade de saúde. Chegou a ser transferido para Juína, mas não resistiu e morreu na segunda-feira (6). 

 

Morte da filha

 

Em 2018, Ariane ainda menor, com 17 anos, foi apreendida ao lado do marido, rapaz de 18 anos, acusados de maus tratos que resultou na morte da filha do casal, Emilly Vitória Ferreira da Silva, que tinha apenas 4 meses.  

 

A criança teve uma parada cardíaca, foi levada para uma unidade de saúde, onde a equipe médica constatou vários hematomas no corpo da criança. Questionada, Ariane teria dito que a criança caiu da cama.

 

No entanto, foi comprovado o contrário. Além de terem espancado a menina, o casal deixou a criança sem nenhum alimento.

 

Fonte: Gazeta Digital