Economia

Produtores de MT fazem a colheita do milho para pipoca E-mail
Escrito por Da Redação on Ter, 18 de Junho de 2013 09:31   

Do plantio até a colheita foram 120 dias na fazenda de Vitório Kerlotz, em Campo Novo do Parecis, oeste de Mato Grosso.

 

 

Imagem reprodução G1 MT

 

Foram plantados 400 hectares de milho para pipoca, 100 a mais que na safra passada.

 

 

O aumento ocorre porque a empresa beneficiadora do grão para onde o agricultor vende toda a produção, está comprando mais este ano.

 

 

Vitório está vendendo a saca de 60 quilos do milho pipoca por R$ 36. As variedades de milho para ração estão valendo bem menos na região, cerca de R$ 14.

 

 

Este ano, o estado deve atingir uma produção de 170 mil toneladas da variedade pipoca, crescimento de quase 70% na comparação com o ano anterior.

 

 

O incremento registrado nesta segunda safra é resultado das condições favoráveis do tempo, sol e chuva na medida certa durante o cultivo e seca agora na colheita.

 

 

Dos quatro mil hectares cultivados na propriedade que Antônio de Souza Santos gerencia, as colheitadeiras separam o cereal em 1,2 mil hectares. As máquinas chegam a colher 2,5 mil sacas por dia para suprir a expectativa de mercado.

 

 

"Esperamos vender todo o produto e por um preço bom", diz.

 

 

Outras importantes regiões produtoras de milho pipoca são o Rio Grande do Sul e Goiás.

 

 

Fonte: G1 MT

 

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Agricultores familiares terão crédito de R$ 21 bi para a próxima safra E-mail
Escrito por Da Redação on Qui, 06 de Junho de 2013 14:37   

Os produtores da agricultura familiar terão R$ 21 bilhões para financiar a próxima safra. O valor, anunciado nesta quarta-feira (6) pelo governo com o Plano Safra da Agricultura Familiar 2013/2014, é 16,6% maior que o destinado ao setor no ano passado, de R$ 18 bilhões. Segundo o governo, ao todo serão aplicados R$ 39 bilhões no conjunto de medidas para o setor.

 

 

 

 

O Plano Safra da Agricultura Familiar 2013/2014 foi lançado há pouco, no Palácio do Planalto, em cerimônia com a presidente Dilma Rousseff e o ministro do Desenvolvimento Agrário, Pepe Vargas. O plano também comemora os dez anos de nascimento do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), que começou com recursos de R$ 5,4 bilhões de financiamento de safra.

 

 

O ministro Pepe Vargas ressaltou a prioridade que o governo federal vem dando ao setor. "Não temos a menor dúvida da importância da agricultura familiar para o desenvolvimento econômico e social do nosso país. Nesse plano safra queremos que os agricultores tenham mais capacidade de investimento, inovação e tecnologia".

 

 

Entre as novidades anunciadas para a próxima safra, está a ampliação do limite para enquadramento no Pronaf, permitindo que mais agricultores busquem o financiamento. A partir de agora, famílias que tiveram renda até R$ 360 mil no último ano poderão contratar o crédito. Para 2013/2014, o plano aumenta o limite de financiamento de custeio de R$ 80 mil para R$ 100 mil. A taxa de juros paga pelos agricultores, cujo teto era 4%, agora será até 3,5%.

 

 

Também está prevista elevação do limite da linha de investimento. A partir de julho deste ano, quando se inicia o preparo da safra 2013/2014, os produtores poderão contratar até R$ 150 mil por operação. Para a suinocultura, a avicultura e a fruticultura, consideradas atividades que necessitam de maior mobilização de recursos, o valor para o investimento será R$ 300 mil, e no caso de investimentos feitos em grupo, o valor será R$ 750 mil.

 

 

O plano destina, ainda, R$ 400 milhões ao Seguro da Agricultura Familiar (Seaf), mecanismo de prevenção disponibilizado aos produtores rurais que contratam financiamento de custeio e investimento do Pronaf e permite a cobertura da parcela do financiamento.

 

 

Também estão previstas inovações no Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), com a ampliação do limite de aquisição anual por família, que passou de R$ 4,5 mil para R$ 5,5 mil. No caso das famílias ligadas às cooperativas, o limite subiu de R$ 4,8 mil, na última safra, para 6,5 mil. Quando os projetos de venda forem formados por, pelo menos, 50% dos cooperados com baixa renda e quando os produtos forem exclusivamente orgânicos, agroecológicos ou da sociobiodiversidade, o limite por família passa a ser R$ 8 mil.

 

 

A cerimônia desta quinta-feira marcou os dez anos do plano voltado à agricultura familiar. Nesse período, de acordo com o Ministério do Desenvolvimento Agrário, a renda do setor cresceu 52%, o que permitiu que mais de 3,7 milhões de pessoas ascendessem para a classe média. O segmento é responsável por 84% dos estabelecimentos rurais do País, por 33% do Produto Interno Bruto (PIB) Agropecuário e por empregar 74% da mão de obra no campo.

 

 

Fonte: UOL

 

 

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Colheita de cana; quem manuseava facão, hoje opera máquinas modernas E-mail
Escrito por Da Redação on Seg, 03 de Junho de 2013 09:28   

Até pouco tempo, o setor usineiro dependia exclusivamente da mão de obra humana para realizar o corte da cana-de-açúcar. De uns tempos para cá, o processo de colheita de cana passa por um intenso processo de mecanização.

 

 

 

 

Essa mudança de perfil, onde o homem está cedendo, gradualmente, lugar à máquina, faz a colheita nas lavouras de cana-de-açúcar ficar mais eficiente.

 

 

A Coprodia, usina de açúcar e álcool localizada em  Campo Novo do Parecis, faz praticamente 90% da colheita de forma mecanizada. Antes, eram necessários aproximadamente 1200 colaboradores no corte manual. "Uma máquina faz o trabalho de 35 homens", segundo Luis Loro, presidente da cooperativa.

 

 

O que chama atenção nesse processo de mecanização é a oportunidade para quem antes trabalhava com o podão (ferramenta usada no corte da cana), e hoje opera máquinas modernas, que podem custar mais de R$ 700 mil cada. "A Coprodia sempre se preocupou em valorizar  nossos colaboradores. Através da profissionalização e treinamentos, nossos cortadores de cana hoje, são operadores de máquinas”, afirmou Luis Loro.

 

 

As mãos que seguravam o facão, utilizado no corte de cana, hoje operam máquinas sofisticadas, que contam com computador de bordo, exigindo uma qualificação do operador. Essa é a historia de Enésio, baiano de Irecê, que veio à Campo Novo do Parecis no ano de 1998 para o plantio de cana. Ficou para a safra daquele ano, em que na época, a colheita de cana era totalmente manual.

 

 

“Cheguei em Campo Novo do Parecis em 1998 e trabalhei na colheita até 2007. A empresa oportunizou para que pudéssemos estudar e fazer os cursos necessários. Tive a oportunidade de trabalhar como tratorista e esse ano estou tendo uma nova oportunidade operando essa máquina colhedeira”, disse Enésio.

 

 

A Cooperativa Agrícola dos Produtores de Cana de Campo Novo do Parecis, (Coprodia),  espera colher nesta safra, mais de 2,2 milhões de toneladas de cana.

 

 

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Veto chinês a variedades de soja brasileira preocupa mercado E-mail
(1 voto, média de 4.00 em 5)
Escrito por Da Redação on Ter, 28 de Maio de 2013 17:18   

Imagem IlustrativaUma insurgência chinesa à soja transgênica causa temor entre os produtores. Recentemente, a China bloqueou a importação de algumas variedades transgênicas do grão brasileiro. A demora na aprovação chinesa de novas sementes modificadas geneticamente levou uma comitiva do Ministério da Agricultura a Pequim, para reunião no dia 14 de maio. Até agora, no entanto, o gigante asiático, maior comprador de soja do Brasil, ainda não liberou a entrada das novas variedades.

 

 

Entre as variedades à espera de aprovação, encontram-se a Cultivance, fruto da parceria entre Embrapa e Basf, e a Intacta RR2, da Monsanto. Enquanto a barreira chinesa não é transposta, a Associação Brasileira dos Produtores de Soja recomenda que não sejam cultivadas as sementes Intacta RR2. O uso comercial da variedade já foi permitido no Brasil, na Argentina, no Japão e na União Europeia.

 

 

“Artimanhas”

 

O processo de liberação de sementes geneticamente modificadas tende a levar mais tempo na China. Para piorar, o país não costuma dar muitas explicações. Mas não é só isso: as declarações de líderes e autoridades chinesas também são vistas com muita desconfiança pelo mercado, especialmente nos Estados Unidos. É praticamente unânime entre consultores que a China, com uma demanda cada vez maior, utiliza estratégias para “jogar” com o mercado. O investimento em soja transgênica se dá exatamente por conta da necessidade crescente de consumo do país asiático.

 

 

Com a cultivar Intacta RR2, da Monsanto, por exemplo, a produtividade brasileira poderia subir a 60 sacas por hectare, conforme estimativa. A média atual é de 49,2 sacas por hectare. “A China tem consciência de que cada movimento dela causa transtorno no mundo. Eles utilizam artimanhas nas negociações cujos objetivos nem sempre se podem compreender. Causou um enorme impacto a proibição de algumas cargas do Brasil e da Argentina, mas a verdade é que eles não têm como deixar de comprar soja da América do Sul e dos EUA”, avalia França Junior, analista de mercado de soja da consultoria Safras & Mercado.

 

 

Principal mercado

 

Uma das principais autoridades da China no setor não deixa dúvidas de que, por muito tempo, o país ainda dependerá dos transgênicos. “É inevitável à China importar alimentos geneticamente modificado por um longo período de tempo”, disse Chen Xiwen, líder do Grupo de Trabalho Rural do Comitê Central do Partido Comunista, em março deste ano, em entrevista ao jornal China Daily.

 

 

A China compra aproximadamente 70% da soja em grão exportada pelo Brasil. De acordo com a consultoria Céleres, cerca de 75% da área semeada de soja em solo brasileiro é transgênica. No Rio Grande do Sul, a parcela da área transgênica chega a 98%. A regulamentação sobre alimentos geneticamente modificados foi implementada na safra 2003/2004 no Brasil.

 

 

Produtividade

 

As sementes transgênicas aumentam a resistência dos cultivos a herbicidas e aumentam a produtividade nas lavouras. Segundo consultores, o Brasil não seria capaz de competir com outros grandes produtores de alimentos sem os transgênicos, por conta da infraestrutura precária. Organizações como o Greenpeace, no entanto, se opõem ao consumo e à comercialização de alimentos geneticamente modificados. Entre os países que mais utilizam sementes transgênicas, estão Estados Unidos, Brasil, Argentina, Canadá, Índia e a própria China.

 

 

Fonte: Terra

 

 

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Levantamento aponta redução de 5% no preço do etanol em MT E-mail
Escrito por Da Redação on Sáb, 25 de Maio de 2013 07:03   

DivulgaçãoO preço do etanol em Mato Grosso registrou queda de 5% nos últimos dois meses, passando de R$ 2 para R$ 1,94 o litro em maio. O levantamento da Agência Nacional do Petróleo (ANP) fez comparativo da última semana do mês de abril deste ano até o dia 18 desse mês. “A queda no preço dos postos, provavelmente, se deve ao período de safra da cana e a tendência para os próximos meses é que o valor do combustível se mantenha em queda por conta da produção”, explicou o  diretor executivo do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis de Mato.

 

 

Em contraponto, o diretor executivo do Sindicato das Indústrias Sucroalcooleiras de Mato Grosso (Sindalcool), Jorge dos Santos, acredita que a produção de cana não influencia no preço final que chega ao consumidor. Segundo ele, há sete anos o preço do etanol se mostra mais vantajoso que o da gasolina. Jorge ainda informou que cerca de 14% dessa safra já foi moída, o referente a aproximadamente 16,3 milhões de toneladas de cana. Isso gera em torno de 584.115 milhões de litros de etanol anidro.

 

 

“A produção de cana está indo muito bem, melhor que na última safra. Neste ano nós temos um produto maturado e boas condições climáticas, então a qualidade do produto deve aumentar, mas isso não significa que vá interferir no preço praticado nos postos de combustíveis. O que ocorre é que alguns deles estão tomando essas medidas por estarem próximos as áreas de obras para a Copa de 2014, e para não perder clientes eles optam pela diminuição”, argumentou.

 

 

Do ponto de vista econômico, abastecer com etanol é mais vantajoso do que a gasolina quando o preço do biocombustível equivale a menos de 70% do preço do combustível fóssil. Para saber a porcentagem basta dividir o preço do álcool pelo da gasolina e multiplicar por 100. Se o resultado for maior que 70, é melhor abastecer com gasolina. Se for menor, prefira abastecer com etanol.

 

 

O percentual do etanol anidro na gasolina voltou a ser de 25% desde o dia 1º de maio deste ano. Desde outubro de 2011, o percentual havia sido reduzido pelo governo federal para 20%. A nova medida que foi anunciada pelos ministros da Fazenda, Guido Mantega, e de Minas e Energia, Edson Lobão, faz parte de um pacote de benefícios para impulsionar a indústria do etanol e reduzir a importação de gasolina para manter o preço do combustível estável.

 

 

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